Real GaNa
 
11 de Julho de 2007

Começaram dia 6 de Julho, pelas 12h as festas de San Fermin, em Pamplona. Nessa hora é lançado do balcão da Prefeitura o “chupinazo”, o foguete que indica o início oficial das festas, provocando um estalido de júbilo na multidão reunida na praça. O primeiro encerro acontece no dia seguinte: as 8 horas em ponto da manhã abrem-se as portas do curral de Santo Domingo e centenas de pessoas correm diante dos touros acompanhando o trajecto pelo centro histórico da cidade que os leva até a praça de touros.

 

Um dos momentos mais emotivos acontece minutos antes do início do encerro, quando os corredores se encomendam a São Firmino cantando três vezes perante uma pequena imagem que se encontra na Cuesta de Santo Domingo. E é em honra do patrão de Pamplona que é celebrada uma multitudinária procissão no dia 7.

 

Fica aqui o primeiro encerro:

Sou uma apaixonada por Toiros! Só quem está perto de um animal destes é que percebe a sua beleza e grandiosidade. Sempre quis ir a Pamplona porque aquilo fascina-me. Todo o ambiente que se vive, a adrenalina de os ver passar perto de nós, a entrada na praça! É LINDO!!!

 

Segunda-feira, perto da 7 horas da matina, ainda antes de me levantar da cama, sintonizei a TVE na televisão do quarto. Tenho visto os encerros todos os dias. Saudades do mês de Agosto e do tempo em que corria toda a raia atrás das largadas e garraiadas da zona!

publicado por Real GaNa às 12:33 link do post
sinto-me: com vontade de estar presente
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08 de Julho de 2007

 

Os cavaleiros dão o cavalo ao manifesto... os forcados dão o corpinho deles.

publicado por Real GaNa às 10:57 link do post
sinto-me:
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07 de Julho de 2007

Quando o monitor está todo branco (uma página do Word, por exemplo), o computador consome cerca de 74 watts. Quando está todo preto, utiliza, em média, 59 watts. Partindo deste princípio, há alguns meses atrás, Mark Ontkush escreveu um artigo sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco.

Levando em conta a altíssima popularidade do site, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts/hora por ano.

Em resposta ao post, o Google criou uma versão toda escura do seu search engine chamada Blackle.com, que funciona exactamente igual à versão original mas consome menos energia.

http://www.blackle.com/
publicado por Real GaNa às 10:15 link do post
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06 de Julho de 2007

 

publicado por Real GaNa às 11:54 link do post
sinto-me: com esperança nesta geração!
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04 de Julho de 2007

Gramamos a família porque a hereditariedade  nos impõe, gramamos o marido (ou a mulher) porque o  escolhemos de livre vontade, mas gramamos os colegas de trabalho porque nos calham na rifa e temos de levar com eles em  cima, a bem ou a mal, na melhor das hipóteses, oito horas por dia. Ou seja: a família, quando muito, aos domingos e feriados; o marido e os filhos, duas, três horas por dia, no máximo (metade das quais a ver televisão ou  a partilhar tarefas domésticas); e os outros, para os quais não fomos ouvidos nem achados, dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada.
 
É com eles que rimos, choramos, que nos irritamos, que amuamos, que lixamos ou somos lixados, que  vamos à bica e às compras, é a eles que avaliamos, que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices,  os nossos amigos ou   pior, os nossos principais inimigos.
 
É no trabalho, acho eu, que revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes, mas também, e como há tempo para tudo, o pior que o ser humano tem: a inveja, o rancor, a gula (roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos vão parar), a vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria (enfim, todos sabem como e  porquê. "Ai, você hoje está linda...", "Acha dr.?", "Não acho, tenho a certeza, brilha como a lua").
 
O ambiente de trabalho é assim, muitas vezes, uma impiedosa arena do circo romano onde se mata quem é  fraco, sobrevive quem é forte. É esta a tragédia da questão. Competitividade e matança são armas letais de significado idêntico - desafie-se o poder!
Mas como perder ninguém quer, ligamos a competição à ambição (a longo prazo) e à ganância (a curto prazo), tudo em circuito fechado, para que a via-sacra da matança seja  forte demais e excitante demais para a conseguirmos abafar. (...)
 
Há sempre um gajo porreiro em que nos escudamos e que, de facto, não nos quer tramar às primeiras; um gajo que tem dias e que ora amanteiga para direita, ora amanteiga para a esquerda - é o  gajo que quando a coisa corre bem foi ele próprio que a fez (é "muita bom"), quando corre mal, fomos nós, pobres inexperientes e ele até se fartou de nos avisar, infelizmente não acreditámos no seu teatro.
 
Adoro a tribo dos manteigueiros frenéticos: aqueles  que só saem depois do chefe nem que fiquem a jogar  paciências no computador, que nos desfazem em strogonof pelas costas, que controlam as nossas entradas e saídas de cena, bichanam com os seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o pessoal, a quem com tanta alma chamam "menor", baralhando sem pudor humilhação com humildade. Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a ser degolada mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos triunfais na "porra" do dossiê.
 
Nós os portugueses adoramos reunir. Podemos não fazer a ponta de um corno, mas reunir tem de ser. Basta reunir e já está! Não é nunca o ponto de partida, é sempre o ponto de chegada. E antes de reunir gostam de planear a estratégia para tramar o parceiro. Pode não haver estratégia para mais nada, mas para tramar o colega do lado aqui vai disto. Agressividade quanto baste é a metodologia (odeio esta palavra) para chegar ao poder. Todos  conhecem a cartilha, a cru ou disfarçada de fada boa.
 
Em suma, os portugueses acham que para serem melhores têm de arranjar alguém para mau da fita, é a teoria dos vasos comunicantes em todo o seu esplendor.
É com "vasos" destes - que à partida não são nem amigos, nem filhos, nem marido, nem sequer os escolhemos num menu - que temos de partilhar o cheiro, a voz, e o génio; das ramelas, à barba por fazer; das malhas na meia ao rímel esborratado, todas as horas, todos os dias, todos os anos. É tudo uma questão de "ambiente" no trabalho!
 
in Expresso de 09/11/2002
publicado por Real GaNa às 23:36 link do post
sinto-me: Também tenho destes...
03 de Julho de 2007

A pxsar dx minha máquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, xla funciona bxm, com xxcxção dx uma txcla. Há quarxnta x duas txclas qux funcionam bxm, mxnos uma, x isto faz uma grandx difxrxnça.

Txmos qux txr cuidado para qux nosso grupo funcionx como xsta máquina dx xscrxvxr x qux todos os sxus mxmbros trabalhxm como dxvxm.

Ninguxm txm o dirxito dx pxnsar: "Afinal, sou apxnas uma pxssoa x sxm dúvida não faz muita difxrxnça a minha participação dxntro do grupo." Comprxxndxmos qux, para um grupo podxr progrxdir xficixntxmxntx, x nxcxssário qux todos participxm ativamxntx.

publicado por Real GaNa às 15:02 link do post
sinto-me:
02 de Julho de 2007

"São 5.30H da manhã, o despertador não pára de tocar e não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede. Estou acabada. Não quero ir trabalhar hoje. Quero ficar em casa, a cozinhar, a ouvir música, a cantar, etc.  Se tivesse um cão levava-o a passear nos arredores. Tudo menos sair da cama, meter a primeira e ter de por o cérebro a funcionar. Gostava de saber quem foi a bruxa imbecil, a matriz das feministas que teve a  ideia de reivindicar os direitos da mulher e porque o fez connosco que nascemos depois dela? Estava tudo tão bem no tempo das nossas avós, elas passavam o dia todo a bordar, a trocar receitas com as suas amigas, ensinando-se mutuamente segredos de condimentos, truques, remédios caseiros, lendo, bons livros das bibliotecas dos seus maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, recolhendo legumes das hortas e educando os filhos. A vida era  um grande curso de artesãos, medicinas alternativas e de cozinha.

Depois ainda ficou melhor, tivemos os serviços, chegou o telefone, as telenovelas, a pílula, o centro comercial, o cartão de crédito, a Internet! Quantas horas de paz a sós  e de realização pessoal nos trouxe a tecnologia! Até que veio uma tipa, que pelos vistos não gostava do corpinho que tinha, para contaminar as outras rebeldes inconsequentes com ideias raras sobre "vamos conquistar o nosso espaço" Que espaço?! Que caraças!

Se já tínhamos a casa inteira, o bairro era nosso, o mundo a nossos pés!!! Tínhamos o domínio completo dos nossos homens, eles dependiam de nós, para comer, vestirem-se e para parecerem bem à frente dos amigos e agora? Onde é que eles estão??? Nosso espaço???!!! Agora eles estão confundidos, não sabem que papel desempenham na sociedade, fogem de nós como o diabo da cruz. Essa piada... , acabou por encher-nos de deveres.
E o pior de tudo acabou lançando-nos no calabouço da solteirice crónica aguda!!!!Antigamente os casamentos eram para sempre. Porquê? Digam me porquê, um sexo que tinha tudo do melhor que só necessitava de ser frágil e deixar-se guiar pela vida começou a competir com os machos? A quem ocorreu tal ideia?

Vejam o tamanhão dos bíceps deles e vejam o tamanho dos nossos! Estava muito claro que isso não ia terminar bem.
Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de ser magra como uma escova, mas com as mamas e o rabo rijos, para o qual tenho que me matar no ginásio, ou de juntar dinheiro para fazer uma mamoplastia, uma lipo, ou implantes nas nádegas... Alem de morrer de fome, pôr hidratantes, anti-rugas, padecer do complexo do radiador velho a beber agua a toda a hora e acima de tudo ter armas para não cair vencida pela velhice, maquilhar-me impecavelmente cada manha desde a cara ao decote, ter o cabelo impecável e não me atrasar com as madeixas, que os cabelos brancos são pior que a lepra, escolher bem a roupa, os sapatos e os acessórios, não vá não estar apresentável para a reunião do trabalho.

E não só, mas também ter que decidir que perfume combina com o meu humor, ter de sair a correr para ficar engarrafada no transito e ter que resolver metade das coisas pelo telemóvel, correr o risco de ser assaltada ou de morrer numa investida de um autocarro ou de uma mota, instalar-me todo o dia em frente ao PC, trabalhar como uma escrava, moderna claro esta, com um telefone ao ouvido a resolver problemas uns atrás dos outros, que ainda por cima não são os meus problemas!!! Tudo para sair com os olhos vermelhos - pelo monitor, porque para chorar de amor não há tempo!

E olhem que tínhamos tudo resolvido, estamos a pagar o preço por estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, perfuma das, unhas perfeitas, operadas, sem falar do currículo impecável, cheio de diplomas, de doutoramentos e especialidades, tornámo-nos super-mulheres mas continuamos a ganhar menos que eles e de todos os modos são eles que nos dão ordens!!!!

Que desastre!
Não seria muito melhor continuar a cozer numa cadeira?? Basta!!! Quero alguém que me abra a porta para que possa passar, que me puxe a cadeira quando me vou sentar, que mande flores, cartinhas com poesias, que me faça serenatas à janela!

Se nós já sabíamos que tínhamos um cérebro e que o podíamos utilizar para quê ter que demonstra-lo a eles??
Ai meu Deus, são 6.10H, e tenho que levantar-me da cama...Que fria está esta solitária e enorme cama! Ahhhh... Quero um maridinho que chegue do trabalho, que se sente ao sofá e me diga: Meu amor não me trazes um whisky por favor? ou: O que há para jantar? Porque descobri que é muito melhor servir-lhe um jantar caseiro do que atragantar-me com uma sanduíche e uma Coca-Cola light enquanto termino o trabalho que trouxe para casa.

Pensas que estou a ironizar ou a exagerar? Não minhas queridas amigas, colegas inteligentes, realizadas liberais.... e idiotas! Estou a falar muito seriamente:

Abdico do meu posto de mulher moderna."

E digo mais:

A maior prova da superioridade feminina era o facto de os homens
esfalfarem-se a trabalhar para sustentar a nossa vida boa!

Agora somos iguais a eles!

Ai ai!!!
publicado por Real GaNa às 10:30 link do post
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01 de Julho de 2007

publicado por Real GaNa às 10:54 link do post
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